formação dos estados nacionais

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A formação das monarquias centralizadas : 

A formação das monarquias centralizadas Aulas 26,27,28.

FORMAÇÃO DA MONARQUIA NACIONAL FRANCESA : 

FORMAÇÃO DA MONARQUIA NACIONAL FRANCESA 987 a 1328 – Dinastia Capetínguia  Filipe II : Formação do exército nacional Impostos nacionais Independência aos burgos (estímulo à urbanização) Participação na 3ª Cruzada (liderada por Ricardo Coração de Leão) Guerras contra João Sem Terra (Inglês) Luís IX (São Luís) Combate às guerras entre nobres Implantação de moeda nacional Participação na 7ª e 8ª Cruzadas Canonizado pela Igreja.

Slide 3: 

Filipe IV, o Belo Aceleração da centralização política Aumento de impostos nacionais (incluindo a Igreja) Criação da Assembléia dos Estados Gerais Conflitos com a Igreja : Cisma do Ocidente   Sucessores de Filipe IV: Luís X, Filipe V, Carlos IV. Continuação da centralização política Fim da dinastia capetíngia – Guerra dos Cem Anos

FORMAÇÃO DA MONARQUIA NACIONAL INGLESA : 

FORMAÇÃO DA MONARQUIA NACIONAL INGLESA Henrique II Disputa entre ingleses e franceses (territórios) Exército mercenário Aparelho jurídico centralizado   Ricardo Coração de Leão (Ricardo I) Intensa participação em Cruzadas Disputa por direito ao trono Conflitos com franceses Insatisfação popular (altos impostos) Morte do rei: assume João irmão de Ricardo

Slide 5: 

João Confisco de terra da Igreja Tentativa frustrada de recuperar territórios Imposição da Magna Carta: restrição do poder real e ampliação do poder da nobreza e clero   Henrique III Instituição do Parlamento: Câmara dos Lordes Câmara dos Comuns Reversão centralizadora até a Guerra das Duas Rosas

SACRO IMPÉRIO ROMANO-GERMÂNICO : 

SACRO IMPÉRIO ROMANO-GERMÂNICO Fusão da Germânia com a Itália Questão das Investiduras: conflito entre poder real e papal. Concorda de Worms acordo entre imperador e papa Século XIII: desfragmentação – estados autônomos Não houve centralização política

FORMAÇÃO DA MONARQUIA NACIONAL ESPANHOLA : 

FORMAÇÃO DA MONARQUIA NACIONAL ESPANHOLA Península Ibérica: domínio dos visigodos até o século VIII. Ocupação moura: invasão pelo estreito de Gilbratar. Exceção: Reino das Astúrias Guerra da Reconquista: retomada dos territórios pelos cristãos ao longo de séculos. Recuo mouro para o sul: formação de novos reinos Reino de Castela: incorporação de vários reinos. 1469 – Casamento de Fernando de Aragão e Isabel de Castela 1492 – Fernando e Isabel: conquista de Granada – formação da Espanha. 1492 – Patrocínio da expedição de Cristóvão Colombo

FORMAÇÃO DA MONARQUIA NACIONAL PORTUGUESA : 

FORMAÇÃO DA MONARQUIA NACIONAL PORTUGUESA Rei Afonso VI; reinos de Leão, Castela, Condado da Galiza, Condado Portucalense. Constante luta contra os mouros Aliança com nobres de diversos países Destaque: Henrique de Borgonha (casamento com a filha de Afonso VI) Afonso Henriques: independência do Condado Portucalense – formação de Portugal.  OBS: Portugal foi o primeiro Estado Nacional a ser criado na Europa, graças às constantes guerras contra mouros e castelhanos que fortaleceram a figura do rei e consequentemente a centralização do poder político.

GUERRA DOS CEM ANOS : 

GUERRA DOS CEM ANOS A Guerra dos Cem Anos aconteceu entre os anos de 1337 e 1453. Envolveu os reinos da França e Inglaterra. Foi a principal e mais sangrenta guerra européia do período medieval. O conflito militar foi causado, principalmente, pela rivalidade entre Filipe de Valois, proclamado rei da França depois da morte de Carlos IV (último da dinastia dos capetos) e Eduardo III da Inglaterra. Eduardo III pretendia ter direito à coroa francesa por parte de sua mãe. Disputas territoriais e comerciais também influenciaram o conflito. Os ingleses foram vitoriosos na Batalha de Crécy (1346) e em Poitiers (1356).

GUERRA DOS CEM ANOS : 

No reinado de Carlos V, graças a Duguesxlin, a fortuna das armas favoreceu a França. Reinado de Carlos VI: batalha de Azincourt (1415) deu uma nova vitória aos ingleses.Quando o rei Carlos VII subiu ao trono, os ingleses ocupavam quase todo território francês. Surge, neste momento, a heroína Joana D’arc, que comandou o exército francês para várias vitórias, sendo a principal o cerco de Orleans. Joana D’arc foi capturada e queimada em 1431. Mas o impulso dado por ela fez mudar o caminho da guerra, dando vantagem para o exército francês. Em 1450, os ingleses foram derrotados em Formigny e, três anos depois, em Castilion. São expulsos da França, exceto em Calais, que só ocorre em 1558. GUERRA DOS CEM ANOS

GUERRA DAS DUAS ROSAS : 

GUERRA DAS DUAS ROSAS Guerra civil pela conquista do trono inglês, travada entre 1453 e 1485. Nela se enfrentaram a casa real de Lancaster, cujo brasão tem uma rosa vermelha, e a de York, que traz no seu uma rosa branca. Tem como origem a disputa entre senhores feudais ingleses para compensar a perda de seus territórios na França na Guerra dos Cem Anos. Durante 30 anos, a Coroa britânica alterna-se entre as duas casas, o que provoca um enfraquecimento da nobreza. O conflito começa quando Ricardo, duque de York, o maior senhor feudal inglês e aspirante ao trono, aprisiona Henrique VI, rei da Inglaterra e membro da família Lancaster. Os York são derrotados em 1460 na Batalha de Wakefiel. Um ano depois, Eduardo IV, também da casa de York, toma o trono dos Lancaster na Batalha de Towton, mas acaba traído pela nobreza e é obrigado a devolvê-lo a Henrique VI.

GUERRA DAS DUAS ROSAS : 

GUERRA DAS DUAS ROSAS O rei é morto em 1471 na Batalha de Barnet, juntamente com outros membros da casa real de Lancaster. Dois anos mais tarde morre também Eduardo IV, e o trono é usurpado pelo irmão Ricardo III, que manda estrangular os sobrinhos, primeiros na linha de sucessão. A guerra termina em 1485, quando Henrique Tudor derrota Ricardo III na Batalha de Bosworth. O novo rei unifica as duas alas da nobreza: é genro de Eduardo IV, da casa de York, e ligado aos Lancaster por parte de mãe. O Parlamento, que tinha como principal base de sustentação uma nobreza feudal dizimada e arruinada, é esvaziado. Henrique Tudor sobe ao trono da Inglaterra com o nome de Henrique VII e restaura a autoridade real, iniciando a dinastia Tudor (1485-1603), que implanta o absolutismo na Inglaterra.